sexta-feira, 24 de abril de 2020
Editora UFMG celebra dia do livro com promoção de vendas pela internet
A Editora UFMG, em comemoração ao Dia Mundial do Livro, celebrado nesta quinta-feira, 23, lançou campanha com desconto de até 50% sobre todos os títulos disponíveis em seu site. A promoção segue até o dia 30 deste mês.
quarta-feira, 22 de abril de 2020
segunda-feira, 20 de abril de 2020
O direito à literatura – Antonio Candido
Antonio Candido (sociólogo e crítico literário) afirma que a literatura tem de ser vista como um direito básico do ser humano.
"... é revoltante o preconceito segundo o qual as minorias que podem participar das formas requintadas de cultura são sempre capazes de apreciá-las – o que não é verdade. As classes dominantes são freqüentemente desprovidas da percepção e interesse real pela arte e a literatura ao seu dispor, e muitos dos seus segmentos as fruem por mero esnobismo, porque este ou aquele autor está na moda, porque dá prestígio gostar deste ou daquele pintor. Os exemplos que vimos há pouco sobre a sofreguidão comovente com que os pobres e mesmo analfabetos recebem os bens culturais mais altos mostram que o que há mesmo é espoliação, privação de bens espirituais que fazem falta e deveriam estar ao alcance como um direito.
Portanto, a luta pelos direitos humanos abrange a luta por um estado de coisas em que todos possam ter acesso aos diferentes níveis de cultura. A distinção entre cultura popular e cultura erudita não deve servir para justificar e manter uma separação iníqua, como se do ponto de vista cultural a sociedade fosse dividida em esferas incomunicáveis, dando lugar a dois tipos incomunicáveis de fruidores. Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável".

Leia mais...
"... é revoltante o preconceito segundo o qual as minorias que podem participar das formas requintadas de cultura são sempre capazes de apreciá-las – o que não é verdade. As classes dominantes são freqüentemente desprovidas da percepção e interesse real pela arte e a literatura ao seu dispor, e muitos dos seus segmentos as fruem por mero esnobismo, porque este ou aquele autor está na moda, porque dá prestígio gostar deste ou daquele pintor. Os exemplos que vimos há pouco sobre a sofreguidão comovente com que os pobres e mesmo analfabetos recebem os bens culturais mais altos mostram que o que há mesmo é espoliação, privação de bens espirituais que fazem falta e deveriam estar ao alcance como um direito.
Portanto, a luta pelos direitos humanos abrange a luta por um estado de coisas em que todos possam ter acesso aos diferentes níveis de cultura. A distinção entre cultura popular e cultura erudita não deve servir para justificar e manter uma separação iníqua, como se do ponto de vista cultural a sociedade fosse dividida em esferas incomunicáveis, dando lugar a dois tipos incomunicáveis de fruidores. Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável".

Leia mais...
sábado, 18 de abril de 2020
Biblioteca Digital da Literatura Maranhense
Uma das poucas no Brasil que é fonte primária e gratuita de textos literários em versão integral. Trata-se de obras do Brasil e de Portugal, a partir das melhores edições disponíveis.
Acesse aqui
quinta-feira, 16 de abril de 2020
quarta-feira, 15 de abril de 2020
Montevidéu inclui livros em cestas básicas em meio à pandemia do coronavírus
Prefeitura de Montevidéu, no Uruguai, distribuiu 10 mil cestas básicas para auxiliar famílias em meio à crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Além de itens básicos de alimentação e higiene, quatro mil cestas incluíam algo que chamou a atenção: um livro.
Leia mais...
Assinar:
Postagens (Atom)

